Então é Natal
Tempo de oferecermos ao outro o que temos de melhor.
Mas um ano termina, outro começa a chegar e com ele chegam também novos sonhos, planos, aspirações e desejos de fazer o mundo melhor. As ruas iluminadas, as casas decoradas, a troca de cartões e presentes nos contagiam. Há um clima diferente no ar que nos envolve e faz nosso lado melhor vir à tona. Gestos de ternura e perdão são espontâneos e votos de felicidades voam distâncias e cruzam mares para chegar aos corações.
Então é Natal! A esperança volta a brilhar nos horizontes, nos lares e na alma de cada um que se deixa contagiar pelo encanto desta época de paz, amor e luz. E é precisamente no contexto deste tempo que somos convidados a vivenciar o Mistério do nascimento de Cristo.
Acredito que quando celebramos o Natal algo diferente acontece dentro de nós e nos contagia, inclinando-nos à mudança, à simplicidade e à busca do essencial.
Lembro-me de que, quando eu era criança, gostava muito de ouvir as histórias a respeito do nascimento de Cristo. Depois das narrativas que sempre apresentavam diferentes versões, eu ficava tentando entender, com minha ingênua razão, por que Deus, sendo assim tão grande e podereso, foi nascer justamente em um lugar tão simples. Fui crescendo no conhecimento e encontrando respostas para a questão, mas a verdade é que elas não calam o meu coração. Não consigo ver o presépio apenas como decoração de Natal. Principalmente porque suas figuras nos falam e nos desafiam à construção de um mundo melhor.
No centro do presépio dois bracinhos de criança, que se abrem em nossa direção, cheios de ternura e de paz, nos ensinam que é abrindo os braços na direção do outro que construímos um feliz ano novo e uma feliz vida nova. Discreto e sereno lá está também José, figura tão importante no nascimento de Cristo. Homem simples, trabalhador, como tantos entre nós. Dedicação, pureza, humildade e obediência a Deus movem seu coração e conduzem suas atitudes. É com razão que padre Zezinho afirma, em uma das suas inúmeras canções, que "O mundo seria bem melhor se todo pai fosse José [...]". Ainda no presépio encontramos Maria refletindo a serenidade, a luz e a paz de que a humanidade tanto precisa. Sua ternura materna irradia e consola o coração de filhos aflitos que a contemplam, buscando aprender com ela o jeito de corresponder a Deus.
E quando vamos a caminho do presépio também nos deparamos com os Reis Magos. Eles também nos ensinam, pois envolvidos pelo encanto do Natal, trazem em suas mãos: ouro, incenso e mirra, ou seja, o que tinham de melhor para oferecer. Certamente é próprio do tempo natalino oferecermos ao outro aquilo que temos de melhor. Não falo de bens materiais, aliás, os presentes de Natal só têm sentido se simbolisam o amor que nos move a doá-los e nunca podem ocupar o centro das celebrações. Natal é tempo de oferecer o que temos de melhor sim, e o que temos de melhor habita dentro de nós, não se vende nem se compra, só pode ser oferecido. Procuremos, portanto, oferecer hoje nosso melhor sorriso, o abraço mais caloroso, a palavra mais afavel e amemo-nos uns aos outros sem esperar nada em troca.
É tempo de nos deixarmos envolver pela eterna simplicidade, alegria e pureza do presépio, expressas nos bracinhos abertos do Menino Jesus. Assim, verdadeiramente o Natal estará acontecendo em nossa vida e haverá paz na terra e em nossos corações!
Dijanira Silva
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
O Coração carregado, e a alma amarrada...
Como se entregar e se dispor à uma nova paixão?
Como fugir dos erros, já tão recorrentes no passado?
Quisera eu não ter dúvidas tão primárias e infantis, mas elas estão aqui dentro de mim o tempo todo, sempre...
Medos, receios e mais medos, de sofrer, de me decepcionar, de amar, de jamais amar novamente...de esquecer da garota ingénua e sonhadora que eu sempre fui.
A vida é um grande mistério, mas não consegue ser maior do que o do ser humano, até porque este é infinito e divergente de seus semelhantes, como jamais modos de vida, seriam uns dos outros.
Com ensinar alguém que já perdeu o entusiasmo com relação ás novas e antigas paixões, que tudo pode ser diferente?
Como garantir que será?
Como entender que que as pessoas são diferentes, mesmo sendo tão iguais? Tão diferentes no modo de vida, nas crenças e opiniões, e tão iguais, nas sua constituições primárias.
É possível acreditar nessas diferenças, uma vez que agimos com tamanha semelhança? Como acreditar que verdadeiramente (que dessa vez)se tenha encontrado "alguém diferente"?
Não podemos dizer. apenas torcer, confiar, Palavra difícil essa, mas tão repetidamente solicitada....
Confiança, seria justo pedir à um coração já cansado de sofrer e de se machucar que CONFIE?
Tarefa difícil! Nela, não podemos contar sequer com o bom senso, pois este aponta justamente para o caminho oposto, o da "FUGA"... Como diria Paulo Coelho** "permanecermos com "aquela terrível paz das tardes de Domingo."
Mas o mesmo texto ainda diz, *os sonhos mortos começam a apodrecer dentro de nós, e infestar todo o ambiente em que vivemos. Começamos a nos tornar cruéis com aqueles que nos cercam, e finalmente passamos a dirigir esta crueldade contra nós mesmos."
Mas qual outro caminho para um coração com sonhos, com amor e alegrias?
Não que todos estes, sejam frutos do "Amor", mas este contribuí e muito para a aparição de todos eles.
Uma coisa leva à outra, e somadas, revelam um ser humano pleno...aquele que por tanto tempo se retraiu e se escondeu atrás de falsas teorias de "Melhor só do mal acompanhado"
E qual a conclusão para todas as perguntas do texto?
"Ame-se, e permita que esse amor possa ser irradiado aos outros, principalmente à quem tão corajosamente se propõe a amar-te também, sem que para isso seja necessário algo em troca"Este é o mínimo de gratidão que deveríamos ser capazes de demonstrar.
Giany Matias, 26.05.2010
Como se entregar e se dispor à uma nova paixão?
Como fugir dos erros, já tão recorrentes no passado?
Quisera eu não ter dúvidas tão primárias e infantis, mas elas estão aqui dentro de mim o tempo todo, sempre...
Medos, receios e mais medos, de sofrer, de me decepcionar, de amar, de jamais amar novamente...de esquecer da garota ingénua e sonhadora que eu sempre fui.
A vida é um grande mistério, mas não consegue ser maior do que o do ser humano, até porque este é infinito e divergente de seus semelhantes, como jamais modos de vida, seriam uns dos outros.
Com ensinar alguém que já perdeu o entusiasmo com relação ás novas e antigas paixões, que tudo pode ser diferente?
Como garantir que será?
Como entender que que as pessoas são diferentes, mesmo sendo tão iguais? Tão diferentes no modo de vida, nas crenças e opiniões, e tão iguais, nas sua constituições primárias.
É possível acreditar nessas diferenças, uma vez que agimos com tamanha semelhança? Como acreditar que verdadeiramente (que dessa vez)se tenha encontrado "alguém diferente"?
Não podemos dizer. apenas torcer, confiar, Palavra difícil essa, mas tão repetidamente solicitada....
Confiança, seria justo pedir à um coração já cansado de sofrer e de se machucar que CONFIE?
Tarefa difícil! Nela, não podemos contar sequer com o bom senso, pois este aponta justamente para o caminho oposto, o da "FUGA"... Como diria Paulo Coelho** "permanecermos com "aquela terrível paz das tardes de Domingo."
Mas o mesmo texto ainda diz, *os sonhos mortos começam a apodrecer dentro de nós, e infestar todo o ambiente em que vivemos. Começamos a nos tornar cruéis com aqueles que nos cercam, e finalmente passamos a dirigir esta crueldade contra nós mesmos."
Mas qual outro caminho para um coração com sonhos, com amor e alegrias?
Não que todos estes, sejam frutos do "Amor", mas este contribuí e muito para a aparição de todos eles.
Uma coisa leva à outra, e somadas, revelam um ser humano pleno...aquele que por tanto tempo se retraiu e se escondeu atrás de falsas teorias de "Melhor só do mal acompanhado"
E qual a conclusão para todas as perguntas do texto?
"Ame-se, e permita que esse amor possa ser irradiado aos outros, principalmente à quem tão corajosamente se propõe a amar-te também, sem que para isso seja necessário algo em troca"Este é o mínimo de gratidão que deveríamos ser capazes de demonstrar.
Giany Matias, 26.05.2010
Monogamia para quem precisa
http://papodehomem.com.br/monogamia-para-quem-precisa/
Monogamia para quem precisa
*Publicado por Maíra Matos em 06.2.2010 às 04:38 em Ladies Room, Sexo e Relacionamentos
Uma resposta ao artigo “A evolução do cafajeste (3): É da nossa natureza trair?”, de Atila Iamarino.
Começo minha resposta lembrando a pergunta do caro Atila: “O ser humano é monogâmico por natureza?”.
Mas, pensando em todo o carnaval que advém dessa e de outras perguntas, coloco outra questão: “Será mesmo necessário procurar esta resposta?”.
Minha ideia é tentar mostrar como nos ocupamos tanto em tentar definir – nos encaixar em um padrão moral ou biológico dos relacionamentos amorosos – e esquecemos que ser honesto consigo mesmo é muito mais importante do que atender a uma expectativa externa.
Monogamia automática
felizes-para-sempre
Frase de Laura Brightwood para a loja TypeTees.
Observem as seguintes historinhas:
1. Era uma vez um menino que conheceu uma menina. Eles se apaixonaram e resolveram namorar. O amor deles cresceu e resolveram casar. E assim foram felizes para sempre.
Alguma coisa estranha nessa história? Claro que não! Afinal quando as pessoas se amam elas se casam e são monogâmicas para o resto de suas vidas, certo? Bem, pelo menos foi assim que minha mãe, minha professora, a novela das oito e o filme de Hollywood me ensinaram. Se duas pessoas se amam, são independentes e não seguem este roteiro, alguma coisa errada tem. Essa é a visão da massa esmagadora das pessoas. Quer ver?
2. Era uma vez uma menina que conheceu um menino, eles se gostaram e se viam periodicamente. Daí a menina conheceu outro menino e também gostou dele, e avisou aos dois da situação. Eles aceitaram e a menina continuou tendo um relacionamento com cada um dos meninos. O amor deles foi crescendo e, depois de algum tempo, os três conversaram e resolveram morar juntos e foram felizes para sempre.
Bem, eu aposto que a maioria das pessoas acha que não existe amor nenhum na segunda historinha e que esse relacionamento nunca “daria certo” (seja lá o que isso signifique), que na verdade a menina é uma bitch indecisa e manipuladora e os meninos são dois bananas com pouca auto-estima.
Sabe por quê? Porque as pessoas acreditam que o amor é um sentimento que só se tem por uma única pessoa num recorte temporal. Mas quem foi o grande cientista que descobriu os padrões do que chamamos de amor? As pessoas esquecem que “amor” é só um conceito (extremamente abstrato) e acabam naturalizando o valor que a nossa sociedade lhe atribui (não pretendo mencionar valores religiosos porque são verdades dogmáticas, logo não se dispõem a debate).
Além disso, mesmo que as pessoas não se declarassem apaixonadas numa relação, o que as impede de terem uma felicidade duradoura, exercerem o respeito mútuo e fazerem o relacionamento “dar certo”?
Fidelidade monogâmica: a árdua tarefa
Como outras formas de relacionamento diferentes do amor monogâmico não são socialmente aceitas, a maioria das pessoas passa a vida inteira acreditando que uma relação é aquela coisa pré-definida, e entendem que é obrigação natural delas tentar encaixar-se neste padrão. E aí o que acontece? A infidelidade torna-se um ato extremamente banal e a monogamia torna-se apenas uma brincadeira de faz de conta, quando na verdade o ato de casar não corresponde sempre ao que as pessoas querem de verdade naquele momento de suas vidas (ou talvez nunca).
casamento
Não é à toa que o casamento virou piada. Toma-se a decisão sem considerar questões mais profundas, dá no que dá.
O casamento é o símbolo máximo no imaginário do amor monogâmico. Como qualquer decisão que envolva comprometimento, deve ser uma consequência de nossa necessidade e estilo de vida; exige uma análise psicológica de si mesmo sobre seu presente e seu futuro. É um erro encarar um casamento, ou qualquer relacionamento, esperando que ele dê “um jeito” na sua vida, como se fosse uma entidade milagrosa, como Jesus Cristo ou Iemanjá. Se alguém se casa e trai constantemente seu parceiro, inclusive desde antes do matrimônio, é impossível que esta pessoa tenha escolhido o casamento como uma resposta às suas necessidades.
Quando um modelo de relacionamento é a única opção aceita como normal, perde-se a noção de responsabilidade sobre as próprias escolhas (afinal não haveria outra escolha normal), sobre si mesmo e sobre seu parceiro. A traição é encarada, então, como parte do processo ou visto como ato de uma pessoa canalha, não por mentir, mas por querer outros relacionamentos.
Tiro estas conclusões porque passei por experiências que me fizeram pensar sobre isso e conversei com pessoas sobre esse assunto, obtendo sempre a mesma resposta (consciente ou inconsciente, verbalmente ou através de seus atos): o único caminho é o amor monogâmico, então a traição é uma forma de aliviar a pressão. Lembro-me de uma conversa mais ou menos assim:
– Porque você trai sua namorada se você a ama tanto?
– Eu amo minha namorada, quero viver ao lado dela, mas não consigo controlar a vontade de sair com outras mulheres. Eu preciso disso.
– Ué, tudo bem, você não é uma aberração por sentir isso. Mas então escolha uma namorada que aceite isso.
– Ah, não é fácil assim…
É claro que não é fácil assim! Passamos a vida toda aprendendo os costumes e valores de uma cultura e engessamos nosso cérebro para aquela realidade, sem perceber que ela é apenas um molde. Não preparamos nossa cabecinha e nosso coração para outras perspectivas e modos de ser. Assim os critérios que definem quem é ou não interessante para nos relacionarmos são definidos por estereótipos estéticos e aspectos superficiais, não pela postura que se tem frente a um relacionamento, afinal só existe uma postura possível, né?!
A supervalorização do amor
As pessoas alegam que não se pode controlar o amor. Ok, admito que não é fácil escolher quem iremos amar, mas é possível. Você amaria um(a) neonazista? Ou um pedófilo? Acho que não. Afinal, que filosofia de vida você segue? Quais são seus princípios?
Estas questões nos levam a outro problema de naturalizar o amor monogâmico clássico: deixar um sentimento nebuloso controlar escolhas importantes.
O amor é entendido por muitos como algo sem explicação (quem nunca ouviu falar do amor à primeira vista?), no qual a princesa não precisa conhecer o príncipe, suas ideias e crenças; basta sentir as borboletas na barriga ao olhar para ele e pronto, ela saberá que está amando.
borboletas
Fundar uma relação em sentimentos etéreos é um resquício do pensamento mágico, como se seguíssemos conselhos de um inseto.
Eu digo “Bullshit!”. Se o amor é considerado um sentimento tão importante para a humanidade, ele não pode ser construído sobre nada. E essa construção precisa de um tempo, de avaliação, de compatibilidade de valores e necessidades. Quando priorizamos nossos princípios ao invés dos estereótipos sobre sentimentos, aprendemos a ter responsabilidade sobre nossos atos e dar a eles um sentido. Escolhemos pessoas que se encaixam melhor com aquilo que queremos naquele momento. O resultado certamente será mais construtivo.
Não estou falando de perder o romantismo, pelo contrário. Estou falando de cultivar o romantismo e os sentimentos de uma forma muito mais real. É tão gostoso quando percebemos que construímos, aos poucos, uma relação profunda, compartilhada de verdade, que nos dá muito mais felicidade do que qualquer outra paixonite que já vivemos, porque dessa vez faz sentido para nós e se encaixa na nossa vida, independente se é um relacionamento a três, uma relação homossexual ou a monogamia tradicional.
Não existe a necessidade de distribuir as mulheres entre os homens como se elas fossem bens a serem distribuídos numa sociedade comunista (e machista), assim como a sociedade também não precisa das nossas escolhas amorosas e sexuais para seguir em frente de forma “civilizada”, como dá a entender a argumentação final do Atila.
Temos que apagar esse ranço da história que diz que uma suposta moralidade do sexo e do amor tem algo a ver com o caráter ou a competência de alguém. O que existe é a necessidade de sermos honestos conosco e com as pessoas que cativamos (pergunte ao Pequeno Príncipe), de nos educarmos para a diversidade de formas que os relacionamentos podem tomar, com ou sem amor, mas que seja sempre consciente, construído e que nos faça donos das nossas decisões, dos nossos erros e acertos.
Monogamia para quem precisa
*Publicado por Maíra Matos em 06.2.2010 às 04:38 em Ladies Room, Sexo e Relacionamentos
Uma resposta ao artigo “A evolução do cafajeste (3): É da nossa natureza trair?”, de Atila Iamarino.
Começo minha resposta lembrando a pergunta do caro Atila: “O ser humano é monogâmico por natureza?”.
Mas, pensando em todo o carnaval que advém dessa e de outras perguntas, coloco outra questão: “Será mesmo necessário procurar esta resposta?”.
Minha ideia é tentar mostrar como nos ocupamos tanto em tentar definir – nos encaixar em um padrão moral ou biológico dos relacionamentos amorosos – e esquecemos que ser honesto consigo mesmo é muito mais importante do que atender a uma expectativa externa.
Monogamia automática
felizes-para-sempre
Frase de Laura Brightwood para a loja TypeTees.
Observem as seguintes historinhas:
1. Era uma vez um menino que conheceu uma menina. Eles se apaixonaram e resolveram namorar. O amor deles cresceu e resolveram casar. E assim foram felizes para sempre.
Alguma coisa estranha nessa história? Claro que não! Afinal quando as pessoas se amam elas se casam e são monogâmicas para o resto de suas vidas, certo? Bem, pelo menos foi assim que minha mãe, minha professora, a novela das oito e o filme de Hollywood me ensinaram. Se duas pessoas se amam, são independentes e não seguem este roteiro, alguma coisa errada tem. Essa é a visão da massa esmagadora das pessoas. Quer ver?
2. Era uma vez uma menina que conheceu um menino, eles se gostaram e se viam periodicamente. Daí a menina conheceu outro menino e também gostou dele, e avisou aos dois da situação. Eles aceitaram e a menina continuou tendo um relacionamento com cada um dos meninos. O amor deles foi crescendo e, depois de algum tempo, os três conversaram e resolveram morar juntos e foram felizes para sempre.
Bem, eu aposto que a maioria das pessoas acha que não existe amor nenhum na segunda historinha e que esse relacionamento nunca “daria certo” (seja lá o que isso signifique), que na verdade a menina é uma bitch indecisa e manipuladora e os meninos são dois bananas com pouca auto-estima.
Sabe por quê? Porque as pessoas acreditam que o amor é um sentimento que só se tem por uma única pessoa num recorte temporal. Mas quem foi o grande cientista que descobriu os padrões do que chamamos de amor? As pessoas esquecem que “amor” é só um conceito (extremamente abstrato) e acabam naturalizando o valor que a nossa sociedade lhe atribui (não pretendo mencionar valores religiosos porque são verdades dogmáticas, logo não se dispõem a debate).
Além disso, mesmo que as pessoas não se declarassem apaixonadas numa relação, o que as impede de terem uma felicidade duradoura, exercerem o respeito mútuo e fazerem o relacionamento “dar certo”?
Fidelidade monogâmica: a árdua tarefa
Como outras formas de relacionamento diferentes do amor monogâmico não são socialmente aceitas, a maioria das pessoas passa a vida inteira acreditando que uma relação é aquela coisa pré-definida, e entendem que é obrigação natural delas tentar encaixar-se neste padrão. E aí o que acontece? A infidelidade torna-se um ato extremamente banal e a monogamia torna-se apenas uma brincadeira de faz de conta, quando na verdade o ato de casar não corresponde sempre ao que as pessoas querem de verdade naquele momento de suas vidas (ou talvez nunca).
casamento
Não é à toa que o casamento virou piada. Toma-se a decisão sem considerar questões mais profundas, dá no que dá.
O casamento é o símbolo máximo no imaginário do amor monogâmico. Como qualquer decisão que envolva comprometimento, deve ser uma consequência de nossa necessidade e estilo de vida; exige uma análise psicológica de si mesmo sobre seu presente e seu futuro. É um erro encarar um casamento, ou qualquer relacionamento, esperando que ele dê “um jeito” na sua vida, como se fosse uma entidade milagrosa, como Jesus Cristo ou Iemanjá. Se alguém se casa e trai constantemente seu parceiro, inclusive desde antes do matrimônio, é impossível que esta pessoa tenha escolhido o casamento como uma resposta às suas necessidades.
Quando um modelo de relacionamento é a única opção aceita como normal, perde-se a noção de responsabilidade sobre as próprias escolhas (afinal não haveria outra escolha normal), sobre si mesmo e sobre seu parceiro. A traição é encarada, então, como parte do processo ou visto como ato de uma pessoa canalha, não por mentir, mas por querer outros relacionamentos.
Tiro estas conclusões porque passei por experiências que me fizeram pensar sobre isso e conversei com pessoas sobre esse assunto, obtendo sempre a mesma resposta (consciente ou inconsciente, verbalmente ou através de seus atos): o único caminho é o amor monogâmico, então a traição é uma forma de aliviar a pressão. Lembro-me de uma conversa mais ou menos assim:
– Porque você trai sua namorada se você a ama tanto?
– Eu amo minha namorada, quero viver ao lado dela, mas não consigo controlar a vontade de sair com outras mulheres. Eu preciso disso.
– Ué, tudo bem, você não é uma aberração por sentir isso. Mas então escolha uma namorada que aceite isso.
– Ah, não é fácil assim…
É claro que não é fácil assim! Passamos a vida toda aprendendo os costumes e valores de uma cultura e engessamos nosso cérebro para aquela realidade, sem perceber que ela é apenas um molde. Não preparamos nossa cabecinha e nosso coração para outras perspectivas e modos de ser. Assim os critérios que definem quem é ou não interessante para nos relacionarmos são definidos por estereótipos estéticos e aspectos superficiais, não pela postura que se tem frente a um relacionamento, afinal só existe uma postura possível, né?!
A supervalorização do amor
As pessoas alegam que não se pode controlar o amor. Ok, admito que não é fácil escolher quem iremos amar, mas é possível. Você amaria um(a) neonazista? Ou um pedófilo? Acho que não. Afinal, que filosofia de vida você segue? Quais são seus princípios?
Estas questões nos levam a outro problema de naturalizar o amor monogâmico clássico: deixar um sentimento nebuloso controlar escolhas importantes.
O amor é entendido por muitos como algo sem explicação (quem nunca ouviu falar do amor à primeira vista?), no qual a princesa não precisa conhecer o príncipe, suas ideias e crenças; basta sentir as borboletas na barriga ao olhar para ele e pronto, ela saberá que está amando.
borboletas
Fundar uma relação em sentimentos etéreos é um resquício do pensamento mágico, como se seguíssemos conselhos de um inseto.
Eu digo “Bullshit!”. Se o amor é considerado um sentimento tão importante para a humanidade, ele não pode ser construído sobre nada. E essa construção precisa de um tempo, de avaliação, de compatibilidade de valores e necessidades. Quando priorizamos nossos princípios ao invés dos estereótipos sobre sentimentos, aprendemos a ter responsabilidade sobre nossos atos e dar a eles um sentido. Escolhemos pessoas que se encaixam melhor com aquilo que queremos naquele momento. O resultado certamente será mais construtivo.
Não estou falando de perder o romantismo, pelo contrário. Estou falando de cultivar o romantismo e os sentimentos de uma forma muito mais real. É tão gostoso quando percebemos que construímos, aos poucos, uma relação profunda, compartilhada de verdade, que nos dá muito mais felicidade do que qualquer outra paixonite que já vivemos, porque dessa vez faz sentido para nós e se encaixa na nossa vida, independente se é um relacionamento a três, uma relação homossexual ou a monogamia tradicional.
Não existe a necessidade de distribuir as mulheres entre os homens como se elas fossem bens a serem distribuídos numa sociedade comunista (e machista), assim como a sociedade também não precisa das nossas escolhas amorosas e sexuais para seguir em frente de forma “civilizada”, como dá a entender a argumentação final do Atila.
Temos que apagar esse ranço da história que diz que uma suposta moralidade do sexo e do amor tem algo a ver com o caráter ou a competência de alguém. O que existe é a necessidade de sermos honestos conosco e com as pessoas que cativamos (pergunte ao Pequeno Príncipe), de nos educarmos para a diversidade de formas que os relacionamentos podem tomar, com ou sem amor, mas que seja sempre consciente, construído e que nos faça donos das nossas decisões, dos nossos erros e acertos.
sábado, 8 de maio de 2010
Ame-se
:: Elisabeth Cavalcante ::
Somos treinados, desde cedo, a amar mais aos outros do que a nós, pois aprendemos que ao doar nosso amor, recebemos de volta a atenção do outro. E isto é tudo que precisamos para termos avalizadas nossas qualidades e nosso valor.
Infelizmente, a maioria dos pais não têm consciência do quão importante é o ato de estimular e fazer crescer nos filhos o amor-próprio e a auto-estima.
Ao invés disso, cobram-lhes a perfeição ou comparam-nos com outras crianças e jovens que consideram mais talentosos que os próprios filhos.
Criam, então, pessoas medrosas, inseguras e incapazes de ver em si qualidades suficientes para que sejam valorizadas pelos outros.
Como não se pode apagar o passado, de nada adianta culpar os pais ou ficar lamentando o que não aconteceu. O que nos resta é desconstruir esse eu e fazer nascer em seu lugar alguém que consiga perceber em si as qualidades com as quais veio ao mundo.
Ninguém, por mais desencaminhado que esteja pela negatividade e o desamor, é desprovido de algum talento e de potencial para a realização. Esta é uma condição inerente ao ser humano, visto que o divino nos dota a todos dos mesmos poderes, sem distinção. As condições de vida de cada um é que determinarão o grau de distanciamento desse estado natural.
A tarefa não é fácil, mas é possível, sim, reverter o sentimento de auto-rejeição que muitos ainda carregam. É necessário um esforço consciente para apagar os registros negativos que abalaram a fé em seu próprio poder.
O primeiro passo é parar de comparar-se com os outros, pois não importa que existam seres mais inteligentes, bonitos ou realizados que nós.
A tarefa primordial consiste em ouvir nosso coração e descobrir o que ele tem a nos dizer sobre quem, de fato, somos e do que precisamos para sermos felizes.
A resposta sempre virá, desde que estejamos empenhados verdadeiramente em ouvi-la. O passo seguinte é reunir a coragem necessária para correr atrás de nossos objetivos, com a consciência de que a vida algumas vezes colocará obstáculos em nosso caminho.
Mas, se estivermos plenamente imbuídos de compaixão e de amor incondicional por nós mesmos, nada será capaz de nos fazer desistir da felicidade que acreditamos merecer.
Quanto mais conseguirmos rir de nossos tropeços e de nossa tendência a assumir o papel de maiores vítimas do mundo, mais próximos estaremos de aceitar amorosamente quem somos e enxergar com clareza nossas virtudes.
:: Elisabeth Cavalcante ::
Somos treinados, desde cedo, a amar mais aos outros do que a nós, pois aprendemos que ao doar nosso amor, recebemos de volta a atenção do outro. E isto é tudo que precisamos para termos avalizadas nossas qualidades e nosso valor.
Infelizmente, a maioria dos pais não têm consciência do quão importante é o ato de estimular e fazer crescer nos filhos o amor-próprio e a auto-estima.
Ao invés disso, cobram-lhes a perfeição ou comparam-nos com outras crianças e jovens que consideram mais talentosos que os próprios filhos.
Criam, então, pessoas medrosas, inseguras e incapazes de ver em si qualidades suficientes para que sejam valorizadas pelos outros.
Como não se pode apagar o passado, de nada adianta culpar os pais ou ficar lamentando o que não aconteceu. O que nos resta é desconstruir esse eu e fazer nascer em seu lugar alguém que consiga perceber em si as qualidades com as quais veio ao mundo.
Ninguém, por mais desencaminhado que esteja pela negatividade e o desamor, é desprovido de algum talento e de potencial para a realização. Esta é uma condição inerente ao ser humano, visto que o divino nos dota a todos dos mesmos poderes, sem distinção. As condições de vida de cada um é que determinarão o grau de distanciamento desse estado natural.
A tarefa não é fácil, mas é possível, sim, reverter o sentimento de auto-rejeição que muitos ainda carregam. É necessário um esforço consciente para apagar os registros negativos que abalaram a fé em seu próprio poder.
O primeiro passo é parar de comparar-se com os outros, pois não importa que existam seres mais inteligentes, bonitos ou realizados que nós.
A tarefa primordial consiste em ouvir nosso coração e descobrir o que ele tem a nos dizer sobre quem, de fato, somos e do que precisamos para sermos felizes.
A resposta sempre virá, desde que estejamos empenhados verdadeiramente em ouvi-la. O passo seguinte é reunir a coragem necessária para correr atrás de nossos objetivos, com a consciência de que a vida algumas vezes colocará obstáculos em nosso caminho.
Mas, se estivermos plenamente imbuídos de compaixão e de amor incondicional por nós mesmos, nada será capaz de nos fazer desistir da felicidade que acreditamos merecer.
Quanto mais conseguirmos rir de nossos tropeços e de nossa tendência a assumir o papel de maiores vítimas do mundo, mais próximos estaremos de aceitar amorosamente quem somos e enxergar com clareza nossas virtudes.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Crise dos vinte e poucos anos...
Ter vinte e poucos anos... Isto é chamado de "crise de um quarto de vida".
É quando você pára de sair tanto com a galera e começa a perceber muitas coisas sobre você que você mesmo não conhece - e pode não gostar disso...
Você começa a pensar sobre onde você vai estar daqui a um ano ou dois, mas de repente se sente inseguro porque você mal sabe onde está agora. Você começa a perceber que as pessoas são egoístas e que, talvez, aqueles amigos que você pensou que eram tão próximos não são exatamente as melhores pessoas que você encontrou em seu caminho, e que pessoas como quem você perdeu o contato eram algumas das mais importantes. O que você não consegue perceber é que eles percebem isso também, e não estão sendo frios, grosseiros, ou falsos, mas que estão tão confusos quanto você. Você olha para seu emprego... E pode ter a sensação de que não é nem perto do que você imaginava que estaria fazendo. Ou talvez você esteja procurando emprego e percebendo que vai começar do zero e isso pode te assustar. Suas opiniões se tornaram mais fortes. Você vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando mais do que o usual, porque você percebe que desenvolveu certos limites na sua vida e está constantemente adicionando coisas na sua lista do que é aceitável e do que não é.
Em um minuto, você está inseguro e no próximo, seguro. Você ri e chora com a maior força da sua vida. Você se sente orgulhoso por coisas que já fez, mas ao mesmo tempo pode estar sozinho, assustado e confuso. De repente, a mudança é sua maior inimiga e você tenta se agarrar ao passado com a vida boa, mas logo percebe que o passado está cada vez mais longe, e não há nada a se fazer a não ser ficar onde está ou caminhar para frente. Você tem seu coração quebrado e pensa como alguém que você amava tanto pôde causar tanto estrago em você. Ou você fica deitado na cama e pensa por quê você não poderia encontrar alguém decente o suficiente que você queira conhecer melhor. Ou às vezes você ama alguém e ama outro alguém também e não consegue imaginar porque você faz isso, já que você sabe que não é uma má pessoa. Ficar com alguém por uma noite ou galinhar começam a parecer ridículos. Agir como um idiota se torna patético. Você sente as mesmas coisas e enfrenta as mesmas questões de novo e de novo, e conversa com seus colegas sobre as mesmas coisas porque é difícil tomar decisões. Você planeja algo por dias ou semanas e, na hora H, acaba fazendo tudo ao contrário do que tinha pensado. Você se preocupa sobre empréstimos, dinheiro, o futuro e sobre construir sua própria vida...
Às vezes a vida parece parar e, enquanto ganhar a corrida seria maravilhoso, neste momento você gostaria apenas de participar! O que você pode não perceber é que todos que lêem isso encontram algo em comum: estamos em uma das melhores e piores épocas da vida, tentando o máximo que podemos para ser realizados e felizes!
Autor desconhecido
Ter vinte e poucos anos... Isto é chamado de "crise de um quarto de vida".
É quando você pára de sair tanto com a galera e começa a perceber muitas coisas sobre você que você mesmo não conhece - e pode não gostar disso...
Você começa a pensar sobre onde você vai estar daqui a um ano ou dois, mas de repente se sente inseguro porque você mal sabe onde está agora. Você começa a perceber que as pessoas são egoístas e que, talvez, aqueles amigos que você pensou que eram tão próximos não são exatamente as melhores pessoas que você encontrou em seu caminho, e que pessoas como quem você perdeu o contato eram algumas das mais importantes. O que você não consegue perceber é que eles percebem isso também, e não estão sendo frios, grosseiros, ou falsos, mas que estão tão confusos quanto você. Você olha para seu emprego... E pode ter a sensação de que não é nem perto do que você imaginava que estaria fazendo. Ou talvez você esteja procurando emprego e percebendo que vai começar do zero e isso pode te assustar. Suas opiniões se tornaram mais fortes. Você vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando mais do que o usual, porque você percebe que desenvolveu certos limites na sua vida e está constantemente adicionando coisas na sua lista do que é aceitável e do que não é.
Em um minuto, você está inseguro e no próximo, seguro. Você ri e chora com a maior força da sua vida. Você se sente orgulhoso por coisas que já fez, mas ao mesmo tempo pode estar sozinho, assustado e confuso. De repente, a mudança é sua maior inimiga e você tenta se agarrar ao passado com a vida boa, mas logo percebe que o passado está cada vez mais longe, e não há nada a se fazer a não ser ficar onde está ou caminhar para frente. Você tem seu coração quebrado e pensa como alguém que você amava tanto pôde causar tanto estrago em você. Ou você fica deitado na cama e pensa por quê você não poderia encontrar alguém decente o suficiente que você queira conhecer melhor. Ou às vezes você ama alguém e ama outro alguém também e não consegue imaginar porque você faz isso, já que você sabe que não é uma má pessoa. Ficar com alguém por uma noite ou galinhar começam a parecer ridículos. Agir como um idiota se torna patético. Você sente as mesmas coisas e enfrenta as mesmas questões de novo e de novo, e conversa com seus colegas sobre as mesmas coisas porque é difícil tomar decisões. Você planeja algo por dias ou semanas e, na hora H, acaba fazendo tudo ao contrário do que tinha pensado. Você se preocupa sobre empréstimos, dinheiro, o futuro e sobre construir sua própria vida...
Às vezes a vida parece parar e, enquanto ganhar a corrida seria maravilhoso, neste momento você gostaria apenas de participar! O que você pode não perceber é que todos que lêem isso encontram algo em comum: estamos em uma das melhores e piores épocas da vida, tentando o máximo que podemos para ser realizados e felizes!
Autor desconhecido
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Opinião de um homem sobre o corpo feminino por Paulo Coelho :
Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los. Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras. A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas... Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde. Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda. As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 49, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos. Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto.
Paulo Coelho
Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los. Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras. A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas... Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde. Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda. As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 49, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos. Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto.
Paulo Coelho
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil.E realmente parece que é um vício falar mal do Brasil.Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior ele maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos.Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e (pasmem!) se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos - antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir para lá dar aulas de como conquistar o cliente.”Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo?Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece.O Brasil tem uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.Os brasileiros são vítimas de vários crimes contra sua pátria, crenças, cultura, língua, etc…Os brasileiros mais esclarecidos sabem que tem muitas razões para resgatar as raízes culturais.Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.~
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40 do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.~
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650mil novas habilitações a cada mês.
9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
12. Por que não se orgulhar em dizer que o mercado editorial de livrosé maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?13. Que o Brasil tem o mais moderno sistema bancário do planeta?
14. Que as agências de publicidade ganham os melhores e maioresprêmios mundiais?
15. Por que não se fala que o Brasil é o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.~
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40 do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.~
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650mil novas habilitações a cada mês.
9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
12. Por que não se orgulhar em dizer que o mercado editorial de livrosé maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?13. Que o Brasil tem o mais moderno sistema bancário do planeta?
14. Que as agências de publicidade ganham os melhores e maioresprêmios mundiais?
15. Por que não se fala que o Brasil é o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
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