Giany de Almeida consultora Mary Kay.

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

- ERROS -

Vistos de um jeito certo, os erros, eles nos preparam para nossas vitórias e conquistas futuras. Por que não à aprendizado na vida que não passe pela experiência dos erros "Caderno" é uma metáfora da vida, quando erros cometidos eram demais eu me recordo que nossa professora nos sugeria que a gente virasse a pagina.
Era um jeito interessante de descobrir a graça que há nos recomeços.
Ao virar a pagina os erros cometidos deixavam de nos incomodar e a partir deles a gente seguia um pouco mais crescido.
O caderno nos ensina que erros não precisam ser fontes de castigos. Erros podem ser fontes de virtudes.
Na vida é a mesma coisa. O erro tem que esta a serviço do aprendizado. Nenhum tem que ser fonte de culpas, de vergonhas. Nenhum ser humano pode ser verdadeiramente grande sem que seja capaz de reconhecer os erros que cometeu na vida.
Uma coisa é a gente se arrepender do que fez. Outra coisa é a gente se sentir culpado. Culpas nos paralisam, arrependimentos não.
Eles nos lançam pra frente, nos ajuda a corrigir os erros cometidos. Tê-los a semelhante a um caderno Eles nos permite os erros pra que a gente aprenda pra fazer do jeito certo.
Você tem errado muito? Não importa aceite de Deus esta nova pagina de vida que tem nome de hoje
Recorde-se das lições do seu primeiro caderno
Quando os erros são demais vire a pagina.

Parte da Música " O caderno" . Fábio de Melo

É isso aí galera, os erros fazem parte da vida, são perfeitamente aceitáveis e comuns, o que não pode se tornar comum é pararmos nossas vidas em fusão deles... Se algo deu errado, pare, respire e tente retomar o jogo... com calma tudo dá certo, nada como um dia após o outro... Eu sei bem disso. Mas essa é uma ouuuutra história, quem sabe um dia a conto aqui...
Bom o mais importante é não desistir nunk, da vida, dos planos e principalmente dos sonhos!!!
Não existe nada mais vazio do que uma vida sem sonhos...
Fiquem com Deus, sempre!!!

Be Happy! =D

2 comentários:

Juliano Sanches disse...

Se tem uma coisa que eu tenho praticado é o reconhecimento dos meus erros. Às vezes é difícil admitir, mas ajuda muito a solucionar os nossos conteúdos internos.

Meu nome é Juliano Sanches, sou jornalista, colaborador do Portal Sorocult (www.sorocult.com), do Portal Comunique-se (www.comunique-se.com.br), da revista on-line Guaruçá (www.ubaweb.com), e do Portal Mário Lincoln do Brasil (www.mhariolincoln.jor.br). Sou colunista do Jornalzen (www.jornalzen.com.br), de Campinas. Escrevo esporadicamente para o Jornal Correio Popular de Campinas (www.cpopular.com.br). Tenho um blog, chamado "Casa do Juliano Sanches". Trata-se de um espaço de reflexão sobre temas como qualidade de vida, natureza, ecologia, espiritualidade universalista, viagens, lugares do Brasil,
experiências místicas, músicas de diferentes estilos, ruralismo,
jornalismo, psicologia, peças de teatro, livros, autoconhecimento,
autoajuda, autoafirmação, resistência cultural, vida em harmonia,
paz, estudos, observações diárias, geração de visibilidade para as
pessoas mais excluídas, culturas do povo e folclore. Comecei a fazer algumas experiências de coleta de informações. Durante os finais de semana, eu dedico uma parte do tempo à observação e ao acompanhamento dos coletores de lixo de Campinas. Já fiz amizade com alguns deles. Com as experiências, eu iniciei uma reflexão sobre a falta de visibilidade dos trabalhadores braçais. No blog Casa do Juliano Sanches (http://casadojulianosanches.blogspot.com/), eu também dediquei um espaço ao tema. O meu objetivo é verificar como são as relações sociais entre coletores de lixo e a população que anda pelas ruas de Campinas. Fiz algumas comparações entre carroceiros, profissionais de limpeza de banheiro, garis e margaridas. Pude perceber que são pessoas receptivas. Apesar de vivenciarem uma situação de anonimato, produzida pelos dispositivos da sociedade, eles aindam conseguem, mesmo que minimamente, manifestar suas visões a respeito das condições de sobrevivência nas cidades industrializadas. Fiz algumas fotos de dois dos garis que acompanhei. As imagens dos rostos deles fazem uma representação evidente das dificuldades vivenciadas pelas ruas, principalmente o cansaço e o abandono da sociedade.

Nessa semana, fiz uma comparação entre a vida humana e a natureza no meu blog. Citei o bambuzal, como símbolo de resistência, inclusive. Dê uma olhada.

Visite minha Casa, quando puder.

O endereço é:

(http://casadojulianosanches.blogspot.com/).

Um grande abraço.

ZONA PRIVE disse...
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